Diana

Diana é o filme que retrata os últimos anos de vida de Diana, a Princesa de Gales. Relata a história de amor entre Diana e Hasnat, um cirurgião, e conta como a princesa alcançou grandes feitos humanitários nos mais diversos países com o apoio do seu verdadeiro amor. 

Foi-nos prometida uma história de amor, apaixonante, emocionante e inesquecível. A história detalhada da princesa mais mediática do mundo, o amor secreto, os segredos, as revelações, tudo o que o mundo queria saber. Interpretado por Naomi Watts e realizado por Oliver Hirschbiegel. Este filme tinha tudo para ser um sucesso. 

Não o é. É um filme chato, aborrecido e maçador. É verdade que o filme conta a história de amor, mas de uma forma monótona, sem grandes emoções nem paixões. O que eu esperava ser uma montanha russa de emoções, acabou por ser uma viagem naqueles bonecos em que se insere uma moeda de 1euro e estamos 30 segundos a ouvir a mesma música e a balançar ligeiramente.

Durante o filme, Diana está constantemente a saltar de cena em cena, de cidade em cidade, ora está em Inglaterra ora na Austrália ou no Paquistão, e chega mesmo a ser confuso. Houve alturas em que já nem sabia onde é que ela estava, nem qual era o objectivo de estar ali, nada. O relacionamento com Hasnat também está retratado de forma invulgar, mais parece um relacionamento inventado e modelado, não há muita emoção entre eles. Acho que durante todo o filme, apenas me emocionei no final, quando se vêem inúmeras pessoas, Hasnat incluído, a dirigirem-se às portas do palácio de Buckingham para prestarem homenagem à princesa. 

Este filme tinha tudo para ser bom. Mas infelizmente, não souberam aproveitar nem retratar a história. Acredito que a ideia fosse homenagear a Princesa Diana, mas tal não aconteceu. Um argumento a favor de tudo aquilo que disse anteriormente, é o facto do filme no IMDb ter conseguido apenas um 4,6 em 10. É realmente mau.

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